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Aula inaugural do CAAVO 2012

Foi realizada no dia 18 de janeiro de 2012, no auditório do ComForAerNav, a aula inaugural para o Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais (CAAVO) da Turma 2012. Proferida pelo Vice-Almirante Liseo Zampronio, Diretor de Obras Civis da Marinha e Ex-Comandante da Força Aeronaval, teve como Tema: “Aviação Naval: passado, presente e futuro”.

A cerimônia foi presidida pelo Exmo. Sr. Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante Victor Cardoso Gomes, e contou com a presença do Exmo. Sr. Diretor do Instituto de Estudos do Mar, Almirante Paulo Moreira, Contra-Almirante Renato Rodrigues de Aguiar Freire, dos Comandantes das Organizações Militares do Complexo Aeronaval, dos instrutores do 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (HI-1) e dos 26 (vinte e seis) Oficiais-Alunos, futuros Aviadores Navais.

A Esquadra realizou, no dia 1º de fevereiro, um exercício de Incidente de Proteção Marítima, nas proximidades da Ilha Rasa, no Rio de Janeiro. O propósito do evento foi adestrar um grupamento operativo e avaliar seu desempenho na tarefa de abordar uma plataforma com suspeita de estar dominada por elementos adversos. Para isso, foi infiltrado um destacamento de mergulhadores de combate, empregando helicóptero e embarcação de rápida reação.

A condução do exercício ficou a cargo do Comandante do Grupo-Tarefa da Operação “Aspirantex”, Contra-Almirante Carlos Augusto de Moura Resende. Além dos meios da Operação, participaram um helicóptero UH-14 Super Puma (HU-2) e um destacamento de Mergulhadores de Combate, embarcado na aeronave, e em uma Lancha “Hurricane”, de casco semirrígido. A Base Naval do Rio de Janeiro apoiou o evento, servindo de base para as operações da aeronave.

O cenário criado para o exercício foi o sequestro de um navio mercante estrangeiro, simulado pelo Navio de Desembarque de Carros de Combate Almirante Sabóia. Na ação, um grupo terrorista, que buscava chamar a atenção da comunidade internacional sobre a situação precária de seu país, explorado economicamente pelas grandes potências, demonstrava insatisfação com a presença de forças militares estrangeiras nas costas e território de seu país, e ameaçavam detonar um artefato explosivo embarcado, caso as tropas e meios não fossem retirados imediatamente.

Primeiramente, a infiltração do Grupo Especial de Retomada e Resgate dos Mergulhadores de Combate (GERRMeC) foi realizada por militares que estavam na lancha e subiram pelo costado do navio em movimento e, posteriormente, pelo helicóptero UH-14 (Pegasus), de onde desceram por meio de “Fast Rope”. O assalto foi um sucesso, o “navio mercante” foi libertado e os “sequestradores” presos.

Ainda durante a ação, a Lancha “Hurricane” acompanhou o “navio Mercante”, provendo apoio aproximado à retomada. A Corveta Barroso participou como Unidade de Superfície de Apoio de Fogo, estando pronta para empregar, simuladamente, seu armamento, para neutralização do navio.

O exercício foi proveitoso em diversos aspectos e uma oportunidade de familiarizar os meios da Esquadra com os documentos que regulam o assunto, inclusive a legislação internacional. O Grupamento de Mergulhadores de Combate pôde aprimorar o adestramento de suas equipes em retomada de plataforma, em uma situação bem próxima da realidade. Também foi uma oportunidade para realizar uma demonstração deste tipo de operação para os Aspirantes da Escola Naval, embarcados nos navios da Operação.

O Comandante de Operações Navais, Almirante-de-Esquadra Fernando Eduardo Studart Wiemer; o Comandante-em-Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Wilson Barbosa Guerra; e o Chefe do Estado-Maior da Esquadra, Contra-Almirante Paulo Ricardo Médici, estavam a bordo do Navio de Desembarque de Carros de Combate Almirante Saboia, acompanhando e avaliando o exercício.

Em 23 de janeiro, o 1° Esquadrão de Helicópetros de Emprego Geral (HU-1) iniciou o deslocamento de duas aeronaves UH-12 Esquilo, a N-7052 e a N-7053, a fim de apoiar o 6º DN e qualificar oficiais e praças do 4° Esquadrão de Helicópetros de Emprego Geral (HU-4) no novo modelo de aeronave.

O Destacamento do HU-1 é composto de 4 oficiais e 12 praças, que permanecerão em Ladário-MS durante o 1º semestre de 2012.

O material de apoio e os militares, que não seguiram nas aeronaves N-7052 e N-7053, foram transportados por uma aeronave C-130 da FAB, repetindo nesta faina uma parceria que já ocorre nas OPERANTAR, onde a FAB auxilia no apoio logístico.

Este esforço demonstra a capacidade do Esquadrão em atender as necessidades da Marinha do Brasil em diversas Missões, apresentando sua flexibilidade e mobilidade.

Esquadrão HU-3 completa 18 anos

O 3º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-3), Esquadrão Tucano, foi criado pela Portaria Ministerial nº 0054 de 31 de janeiro de 1994 e ativado no dia 14 de abril do mesmo ano, tendo suas origens no Destacamento Aéreo Embarcado da Flotilha do Amazonas (DAE-FlotAM), criado em 1979 na cidade de Manaus, Amazonas.

No início de suas atividades, o Esquadrão Tucano utilizava helicópteros Bell 206 Jet Ranger II (UH-6), de fabricação norte americana, e atualmente utiliza o Helibrás Esquilo (UH-12).

O Esquadrão Tucano apóia prioritariamente os navios da Flotilha do Amazonas, participando de operações ribeirinhas e patrulhas fluviais, realizando missões de busca e salvamento (SAR), esclarecimento visual, transporte de tropa, evacuação aeromédica (EVAM), ligação e observação, apoio logístico, apoio às operações especiais, reconhecimento armado e ataque aéreo.

Seu atual comandante é o CC Mauricio da Costa Joia Dias.

“Sobre rio, selva e mar … Tucano!”

 

 

Aspirantes voam no Esquadrão HU-2

No dia 10 de janeiro, durante o estágio de verão, os Aspirantes da Escola Naval, Walney e Ramos, participaram do voo de adestramento do 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-2).

Os mesmos estão vivenciando o dia a dia do Aviador Naval, participando de briefings e debriefings dos voos, conhecendo os Departamentos e cumprindo a rotina da OM.

O voo foi realizado na aeronave UH-15 Super Cougar N-7101.

Passagem de Comando do Esquadrão HU-4

No dia 11 de janeiro, em cerimônia realizada no hangar do 4º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-4), presidida pelo Comandante do 6º Distrito Naval, Contra-Almirante Márcio Ferreira de Mello, o CC Charles do Carmo Carvalho passou o Comando do Esquadrão ao CC (FN) Marcelo Fortunato Heringer Rosa.

Durante a solenidade, o ex-comandante proferiu palavras de agradecimento e externou o sentimento de dever cumprido.

Já o Comandante nomeado, expressou o seu orgulho ao assumir o EsqdHU-4, e o seu compromisso de cumprir a tarefa que lhe foi atribuída, qual seja, de transferir três aeronaves IH-6B Bell Jet Ranger III para o 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (HI-1), bem como receber e preparar a tripulação para operar com as três aeronaves UH-12 (Esquilo) oriundas do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-1).

No mês de janeiro, o Esquadrão HA-1 ampliou consideravelmente o poder combatente das aeronaves AH-11A Super Lynx. Essa ampliação se deu com o recebimento, instalação e operação da Metralhadora FN HERSTAL M3M calibre 0.50 pol.

Fruto de entendimentos com a Marinha Alemã, iniciados nos Encontros Multilaterais de Operadores de Aeronaves Lynx (Multilateral Lynx Support Comitte – MLSC), o DAE da Fragata União na Operação LÍBANO I recebeu em Beirute Líbano, em 13 de janeiro de 2012, a referida metralhadora daquela Marinha. Esta deverá ser operada até que a MB receba seu próprio armamento, já adquirido junto ao fabricante.

Dando início aos testes com o armamento, no dia 17 foi realizado o primeiro voo com o Lince 11 armado, durante um adestramento de “Fast Rope” a bordo da F-45. No dia seguinte, foram realizados os primeiros disparos.

Na ocasião, os primeiros militares a pressionarem o “gatilho” foram o SO-AM João Luiz, Supervisor da Divisão de Armamento do Esquadrão e o CB-MV Gonzaga, Fiel da Aeronave e Caverna Mestra do HA-1.

Após mais esta realização, somente nos resta parabenizar e agradecer a todos aqueles que contribuíram direta ou indiretamente para mais esta conquista do HA-1.

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O Destacamento Aéreo Embarcado (DAE) que participa da Operação Antártica (OPERANTAR) XXX está a bordo do Navio Polar (NPo) “Almirante Maximiano” com duas aeronaves desde outubro de 2011, de onde realiza diversas operações em apoio ao Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR).

Uma delas foi o transporte do Ministro da Defesa e sua comitiva (Embaixador do Brasil no Chile, Comandante da Marinha, Comandante da Aeronáutica e representante da Vale Soluções em Engenharia) durante sua visita ao Continete Antártico, no dia 10 de janeiro, por ocasião da comemoração do 30o aniversário de criação do PROANTAR.
Os dois helicópteros UH-13 “Esquilo” biturbina do 1o Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1) foram empregados no traslado dos componentes da comitiva, da Base Aérea Antártica chilena Presidente Eduardo Frei para a Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF); da EACF para o navio; e, por último, do navio para a Base chilena, de onde o Ministro da Defesa retornou ao Brasil em avião da Força Aérea Brasileira (FAB).

Atividades do DAE
O DAE é composto por 13 militares, sendo quatro Oficiais Aviadores Navais e nove Praças especializados na Manutenção das aeronaves embarcadas. No navio, o DAE realiza diversas operações aéreas, com destaque para o transporte de material e de pesquisadores, em proveito aos diversos projetos científicos e pesquisas desenvolvidos na região antártica.

FONTE: Marinha do Brasil

O dia 25 de novembro de 2011 ficará marcado na História da Aviação Naval como sendo o do 1º pouso de um helicóptero da MB no Oriente Médio.

Por ocasião do transporte do “Force Commander” da UNIFIL para bordo da Fragata “União” a aeronave AH-11A N-4011 efetuou pousos na Base da ONU em Naquora, sul do Líbano, e no Aeroporto Internacional de Beirute a fim de embarcar a autoridade e seu “staff”.

Com mais de 60 horas voadas, até o presente momento, desde o suspender para as Comissões TROPICALEX e UNIFIL, em 06 de outubro de 2011, a aeronave N-4011 está contribuindo, sobremaneira, para elevar o nome do Brasil no Cenário Internacional.

FONTE: Comando da Força Aeronaval

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Com propósito de aumentar a eficiência operativa do Binômio Navio-Aeronave durante a Comissão UNIFIL, no dia 24 de novembro a aeronave N-4011 realizou adestramento de armar e desarmar com 02 MAS “Sea Skua” de combate, a bordo da Fragata “União”.
Este fato somente foi possível devido aos diversos adestramentos similares realizados com armamento de manejo, desde o suspender da F-45 para as Comissões TROPICALEX e UNIFIL, em 06 de outubro, que tiveram início com o armar e desarmar estáticos, evoluindo para adestramentos com o motor acionado e, posteriormente, com a aeronave engrazada, tanto no período diurno quanto noturno.
“Os Olhos e Ouvidos da Esquadra”.

FONTE: Comando da Força Aeronaval

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No dia 28 de novembro de 2011 o Pégasus N-7070 abrilhantou a Demonstração Anfíbia realizada no Complexo Naval da Ilha do Governador em proveito da comitiva do Comandante da Marinha do Líbano. Dentre os vários eventos ocorridos, o que mais repercutiu de forma positiva foi a participação do Pégasus por ocasião do desembarque de uma Heliequipe composta por 14 militares. Simularam infiltração e posterior retirada de uma equipe GERR (Grupo Especial de Resgate e Retomada), finalizando com a retirada de um piloto abatido em território hostil.

FONTE: Comando da Força Aeronaval

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Às 12h45h do dia 25 de novembro, a Aeronave de Serviço Distrital do 5º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral foi acionada para resgatar um tripulante do Barco Pesqueiro Santa Paulina que havia sofrido fratura exposta na perna esquerda. Por volta das 13h55 o “Albatroz 54” decolou rumo à posição da referida embarcação, distante 30 milhas de Rio Grande-RS.

Ao ser encontrado o barco foi feita a descida do Oficial Médico e, após terem sido prestados os primeiros-socorros, houve o recolhimento do tripulante ferido pelo guincho da aeronave e o translado do mesmo para a Área de Pouso Administrativa do Comando do 5º Distrito Naval, onde uma ambulância aguardava para removê-lo ao hospital. Desta forma, o Esquadrão “Albatroz” mais uma vez contribuiu com a estrutura do SALVAMAR SUL para a salvaguarda da vida humana no mar em sua área de atuação.

FONTE: Comando da Força Aeronaval

MQ-47B

A US Navy está interessada em acelerar a entrada em serviço das suas aeronaves não tripuladas de combate (UCAS – Unmanned Combat Air System) para operar nos seus porta-aviões. Nos planos atuais a entrada em serviço deve ocorrer em seis anos. Os porta-aviões americanos tem que se aproximar até cerca de 800 km do alvo antes de lançar suas aeronaves. Inimigos em potencial tem caças ou mísseis com alcance maior que 800km e a solução poderá ser o X-47B UCAS com raio de ação de 2500km.

Em 2011, a US Navy estudou a redução na força de F-35B e F-35C para comprar mais X-47B e outras aeronaves similares. O UCAS deve custar metade do preço de um F-35. As missões seriam similares as que o Predator vem realizando para a USAF, e apreciado pela US Navy, mas com ênfase na capacidade de ataque. A US Navy quer uma aeronave com maior capacidade de bombas e mais rápida que os Predator e Reaper e com autonomia e alcance bem maior que os caças embarcados. A designação da aeronave deverá ser MQ-47B.

Fonte: Strategypage

 

AMX-N, segundo ‘Giordani RS’

Nosso leitor e colaborador ‘Giordani RS’ enviou-nos este perfil de uma possível versão “navalizada do AMX” com as cores da Marinha do Brasil. Observem o míssil AM.39 sob a asa.

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A Armada Espanhola estenderá a vida operacional dos seus helicópteros Agusta Bell 212. Os trabalhos serão executados por um consórcio formado pelas empresas SENER Ingeniería y Sistemas e INAER Maintenance.

O programa de modernização dos sete helicópteros AB212, que entraram em serviço em 1974, permitirá que os mesmos permaneçam em atividade por pelo menos mais 15 anos com a integração de novos aviônicos e equipamentos de comunicação, atualização dos sistemas de navegação e incorporação de novas habilidades para vigilância de áreas marítimas. Esse é um importante passo qualitativo na capacidade aeronaval da espanhola, juntamente com a introdução dos novos BAM (Buque de Acción Marítima).

Este programa de modernização, avaliado em 21 milhões de Euros, será executado nas instalações da SENER em Tres Cantos e San Agustín de Guadalix, e também nas instalações da INAER, em Albacete e Alicante.

FONTE/FOTO: SENER/USN

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O sucessor natural do Lynx Mk8 na Royal Navy, o novo AW159 Lynx Wildcat, inicia mais uma jornada de testes, agora operando embarcado pela primeira vez durante um mês na fragata HMS Iron Duke, para realizar testes de limites operacionais.

Apesar das semelhanças existentes com o seu antecessor, as características do Wildcat são suficientemente diferentes do Lynx Mk8 para justificar os extensos ensaios de voos, definindo os parâmetros dentro dos quais ele poderá operar embarcado com segurança.

Pouco antes do Natal, o ZZ402 já havia pousado na Iron Duke, afim de ser testado pelos pilotos e engenheiros quanto aos princípios básicos para a operação embarcada como: Sistema de recolhimento da aeronave, procedimentos de hangaragem, condições da aeronave no interior do hangar e quanto a facilidade de reabastecimento e de montagem do armamento, além de conectar a aeronave aos sistemas do navio.

Uma equipe composta por mais de 30 especialistas também embarcou para a avaliação, sendo que o próprio navio foi especialmente preparado e equipado com instrumentos para registrar todos os aspectos dos ensaios.

Inicialmente, os testes serão realizados em Lyme Bay, antes da Iron Duke navegar mais para o oeste, em busca de mar agitado e mau tempo, afim de ajudar a definir os limites operacionais do envelope de operações, ou seja, submeter a aeronave a voos com cargas e pesos parametrizados e sob condições adversas de tempo e estado de mar.

NOTA do EDITOR: Tradução e adaptação do Poder Naval.

Assumiu no dia 14 de dezembro de 2011, em cerimônia presidida pelo Diretor-Geral de Material da Marinha, o cargo de Diretor de Aeronáutica da Marinha, o Contra-Almirante Hermann Iberê Santos Boehmer Junior.

O Cargo foi a ele transmitido pelo Contra-Almirante Victor Cardoso Gomes, que o exercia desde 16 de dezembro de 2010, cumulativamente com a Chefia do Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Marinha.

Estavam presentes à cerimônia vários ex-Diretores de Aeronáutica da Marinha, autoridades militares, amigos, parentes e colegas de turma do CA Cardoso Gomes e do CA Iberê.

Após a cerimônia militar, o CA Iberê recebeu os cumprimentos no salão nobre do Edifício Barão de Ladário.

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