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Salvando Almas

Roger B. Taney

Este post tem como propósito salvar três almas pecadoras.

A primeira está sob influencia maligna do “aviãozinhum”, mais perdido que cego em tiroteio, já a segunda, tem um mau humor dos infernos exigindo que humildes “bunequeiros” e “maqueteiros” saibam o que significam termos como ETA, Dwt, LOA, POB, etc. A terceira e última ovelha desgarrada nesse momento continua com seu projeto de domínio mundial e espera um dia se transformar no Darth Vader do hemisfério sul.

A criança da imagem agrada ou já agradou os três e também o “Débil Mental” que assina.

Zé e os Cara

 

Na foto acima, um bombardeiro Tupolev Tu-95RTS Bear soviético operando a partir de uma base no Vietnã. Abaixo, algumas fotos feitas por esse tipo de aeronave russa durante os anos 1970 e 1980.

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Tracker pega fogo

Nas fotos dramáticas, um avião antissubmarino TS-2A Tracker do esquadrão de treinamento VT-27 pega fogo no motor esquerdo logo após a decolagem em 2 de novembro de 1964, do USS Essex (CVS 9). Segundo um comentarista, o piloto fez um pouso de emergência no mar e os tripulantes foram salvos.

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O fim de uma era

Após 70 anos construindo submarinos, o estaleiro Thyssen Nordseewerkr GmbH (TNSW), em Emden, Alemanha, realiza sua ultima entrega, a seção de ré  do submarito classe Tipo 212 “U 36″ (S 186). Na foto acima, a seção é vista sendo transportada pela barcaça EMS Pontoon 7, a reboque do Rebocador EMS Tug, no Canal de Kiel, entrando na eclusa de Holtenau no dia 16 de janeiro para término de construção no HDW Kiel.

No casco do submarino foi colocada uma derradeira faixa onde estava escrito “Die leezte lieferung aus Emden, 70 jahre U-Boot bau gehe haute zu ende”,  significando “A última entrega de Emden, hoje se encerra 70 anos de construção de submarinos”.

FOTO: Willeem Hartman

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O destroier USS Paul F. Foster (DD 964) foi descomissionado no dia 27 de março de 2003, mas ainda continua trabalhando, desta vez pelo Naval Surface Warfare Center de Port Hueneme, como Self Defense Test Ship (SDTS).

O navio, agora como EDD 964, é operado por controle remoto em missões de testes de mísseis antiaéreos e outros sistemas defensivos para a Marinha dos EUA.

Clique na imagem para ampliar.

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Comentário de Winston Churchill. Depois de fazer um cruzeiro marítimo pelo Mediterrâneo, num navio italiano, alguns jornalistas perguntaram ao ex-Primeiro Ministro a razão de ter escolhido uma embarcação de bandeira italiana.
“Há três coisas que eu gosto num navio de cruzeiro italiano. Em primeiro lugar, a cozinha é insuperável, Em segundo lugar, o serviço é extraordinário. E, por fim, em caso de emergência, não há essas regras sem sentido de mulheres e crianças em primeiro lugar”.

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Quase 30 anos após fim da guerra, veteranos que lutaram em lados opostos têm emocionante reencontro na província de Córdoba

 

Quase 30 anos após o fim da guerra entre Argentina e Reino Unido pelas ilhas Malvinas (Falklands para os britânicos), dois veteranos que lutaram em lados opostos viveram um encontro emocionante.

O ex-piloto de caça-bombardeiro da Força Aérea Argentina, Mariano Velasco, de 62 anos, recebeu em sua casa na província de Córdoba o britânico Neil Wilkinson.

Na guerra, Wilkinson atirou e derrubou o avião pilotado por Velasco, no Estreito de São Carlos, no arquipélago no Atlântico Sul.

O piloto argentino, que na época da guerra tinha 32 anos, sobreviveu ao pular de páraquedas poucos minutos após o bombardeio.

“Wilkinson sempre achou que eu tivesse morrido depois de alvejar o avião que eu pilotava”, disse Velasco à BBC Brasil.

Programa de TV

Em 2007, o britânico assistiu na televisão a um especial sobre a guerra e viu quando Velasco narrou onde estava quando o tiro atingiu seu avião, na batalha. Ao ouvir a história, percebeu que aquele era o piloto do avião que ele tinha atingido.

“Quando ele me reconheceu, procurou a Embaixada da Argentina em Londres e pediu ajuda para me localizar. Começamos uma amizade por redes sociais, como Facebook, até que ele veio à minha casa”, lembrou.

O encontro ocorreu no fim do ano passado, mas só agora foi divulgado. “Eu o esperei na porta de casa e meu coração estava acelerado. Quando nos vimos, nos abraçamos e choramos, choramos muito. Wilkinson tremia de emoção por ter certeza de que eu estava vivo”, recordou.

Velasco disse que jamais sentiu ódio pelo britânico. “Fomos apenas peças de circunstâncias”, disse.

‘Emoção’

Na ocasião, o inglês disse que a emoção do encontro “foi muito grande para poder explicar, mas agora tenho certeza de que ele está vivo.”

Wilkinson era artilheiro antiaéreo no barco de combate HMS Intrepid quando abriu fogo contra o avião de combate Skyhawk, pilotado por Velasco. Ele disse que a imagem do avião caindo o acompanhou durante toda a sua vida. “Jamais imaginei que ele pudesse ter sobrevivido”, disse.

Dois dias antes de ter o avião derrubado, o argentino tinha participado do ataque a um barco que deixou 19 britânicos mortos.

Churrasco

O encontro entre os ex-combatentes foi na casa do ex-piloto argentino, na localidade de Villa de Las Rosas, na província de Córdoba, onde compartilharam um churrasco. “Hoje, somos amigos. Nos falamos com certa frequência por e-mail, Facebook ou Skype”, contou.

Velasco recordou que o ataque contra o avião que pilotava ocorreu no dia 27 de maio de 1982, cerca de 50 dias após tropas argentinas invadirem as ilhas, no dia 2 de abril daquele ano.

“Eu machuquei meu tornozelo mas pude me arrastar e caminhar dois dias até uma casa abandonada, onde fiquei do dia 29 ao dia 31 de maio, até que passaram moradores locais, a cavalo, e disseram que avisariam a força aérea argentina. No dia seguinte, me buscaram e me levaram de ambulância. No dia seis de junho me levaram de volta ao continente (argentino)”, afirmou.

O militar argentino da reserva disse ainda que, para ele, as ilhas são argentinas porque assim foi confirmado desde que a Argentina deixou de ser colônia espanhola. “Não temos ódio contra os britânicos. Somos apenas contra a usurpação das ilhas porque elas são argentinas. Mas sabemos que vai depender da diplomacia para que elas voltem a ser do nosso país”, afirmou.

FONTE: BBC

Fique por dentro do São Paulo, o encouraçado

A recente matéria sobre a visita de dois editores do Poder Naval ao NAe São Paulo, que entregaram o número 3 da revista Forças de Defesa ao seu comandante, incentivaram uma conversa sobre um quadro que está na parede da foto da reportagem onde se vê uma bela pintura do encouraçado São Paulo.

Assim, aproveitamos para destacar aqui uma imagem que está no site “Navios de Guerra Brasileiros” (NGB), mostrando a disposição interna dos compartimentos do encouraçado São Paulo – navio que operou na Marinha do Brasil entre 1910 e 1951, e do qual o atual capitânia da Esquadra herda o nome. Caldeiras, tubulações, paióis, elevadores de munição, ângulos  e muito mais detalhes podem ser vistos clicando na imagem para ampliar.

Para saber mais sobre o navio e ver mais imagens, clique aqui para acessar o NGB.

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O início da vida do Navio-Museu Bauru

No dia 21 de julho de 1982 a Marinha do Brasil inaugurava o Navio-Museu Bauru. A data foi especialmente selecionada, pois neste dia a Marinha reverencia os mortos tanto da Marinha de Guerra como da Mercante durante a II Guerra Mundial.

O Bauru, quando inaugurado como museu, ficou provisoriamente “hospedado” na Marina da Glória (conforme foto ao lado), no centro da cidade do Rio de Janeiro. Posteriormente o navio foi definitivamente transferido para  cais do Espaço Cultural da Marinha.

História

Construído em Nova Jersey (EUA), foi lançado ao mar em 15 de setembro de 1943, e incorporado à Marinha americana em 11 de outubro do mesmo ano com o nome de McAnn.

Prestou serviços à Marinha americana até agosto de 1944, quando foi transferido para a Marinha do Brasil, recebendo o nome de Bauru em homenagem à cidade paulista de Bauru.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o Contratorpedeiro-Escolta Bauru participou de comboios e efetuou missões de apoio no transporte de tropas e patrulhamento em zonas de guerra.

Terminado o conflito, foi incorporado à Flotilha de Contratorpedeiros e, posteriormente, ao Esquadrão de Avisos Oceânicos, onde continuou a cumprir importantes e diversificadas missões.

Nos seus quase 40 anos de atividade, o Bauru navegou 295.405 milhas, perfazendo 1.423 dias de mar. Após sofrer reformas de adaptação, foi aberto à visitação pública no ano de 1982 como navio-museu.

INFORMAÇÕES
Visitação: de 3a feira a domingo, das 12h às 17h.
Endereço: Av. Alfredo Agache, s/n, Centro, Praça XV, RJ.
Telefone: 2104-6191
Entrada Franca

Espaço Cultural da Marinha - Av. Alfred Agache, s/n, próximo à Praça XV, Centro, RJ

 Aproveite as férias escolares e faça esta visita.

Nas imagens abaixo aparecem o convite da época da inauguração  e uma das primeiras versões do ‘folder’ do museu.

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Setenta anos depois de Pearl Harbor, é possível ver o óleo que ainda vaza dos destroços do USS Arizona, o gigantesco navio de guerra afundado por aviões japoneses, algo que representa para muitos as lágrimas de milhares de marinheiros que afundaram com o navio naquele dia de “infâmia”.

No dia 7 de dezembro de 1941, de madrugada, o Japão despertou o “gigante adormecido” americano, bombardeando a Frota do Pacífico ancorada no Havaí. Em duas horas, cerca de 20 navios foram afundados ou danificados e 164 aviões, destruídos. Denunciando “a data que ficará para sempre marcada na história como um dia da infâmia”, o presidente Franklin Roosevelt declarou guerra ao Japão, mudando o curso da Segunda Guerra Mundial em um momento em que muitos homens do país esperavam escapar do conflito.

Dos 2,4 mil americanos que morreram em Pearl Harbor, quase a metade, exatamente 1177, foram mortos em questões de segundos a bordo do USS Arizona, quando uma bomba detonou o depósito de munições do navio, causando uma conflagração que ardeu por três dias. Hoje, os destroços ainda são visíveis, uma das torres enferrujadas ultrapassa a superfície, com uma bandeira americana hasteada. Todos os dias, centenas de visitantes a observa de um memorial em forma de ponte sobre os destroços.

“É um enorme pedaço da história. É muito poderoso”, disse Gord Woodward, um turista canadense, ao olhar para baixo sobre o que é considerado oficialmente uma sepultura de guerra.

O que sempre impressiona os turistas são as gotas de óleo que chegam à superfície a cada 20 a 30 segundos. “Algumas pessoas as chamam de lágrimas negras, como se os homens ainda chorassem dentro do navio”, disse um guia do memorial.

Antes do ataque, os tanques do Arizona estavam cheios, com 5,7 mil toneladas de combustível, pronto para deixar o porto em caso de guerra. Parte desses tanques de combustível foram destruídos com a explosão, mas os da parte de trás foram apenas perfurados, explica Daniel Martinez, um historiador ligado ao memorial. Desde então, o navio tem vazado óleo a uma taxa de 3,5 l por dia.

“Nós realmente não sabemos quanto petróleo ainda existe lá”, disse ele, acrescentando que “ambientalmente, não está causando um grande problema”. Os destroços, diz ele, se transformaram em um recife atraindo milhares de espécies de peixes. “Há duas tartarugas marinhas que vivem lá”, disse.

O historiador reconhece que uma mancha poderia se espalhar pelo porto se os destroços rachassem, liberando seu combustível residual. “Nós estamos muito cientes dessa possibilidade, mas parece que a resitência do navio evitará um grande vazamento de petróleo”, disse ele. Estudos determinaram que a estrutura de metal do navio, construída durante a Primeira Guerra Mundial, pode durar mais 600 a 800 anos.

Se o pior acontecer, os destroços podem ser completamente cercados com barreiras em 30 minutos para conter o petróleo, ele garantiu. Na quarta-feira, centenas de sobreviventes do ataque japonês, incluindo sete pessoas que estavam a bordo do Arizona, vão desfilar em uma cerimônia na base naval, que ainda está ativa.
Com as bandeiras a meio mastro em todos os Estados Unidos, será feito um minuto de silêncio às 7h55 (15h55 de Brasília), quando as primeiras bombas caíram. À tarde, as cinzas de Vernon Olson, um sobrevivente do Arizona que morreu no ano passado, serão jogadas no interior do navio. Desde 1941, cerca de 30 ex-marinheiros visitaram seus ex-companheiros na sepultura submarina.

FONTE/FOTO: AFP

FOTO EM CORES: Franz Neeracher

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A tripulação de um bombardeiro North American A3J-1 Vigilante do esquadrão VAH-7 “Peacemakers of the Fleet”, do Carrier Air Group 6 (CVG-6), a bordo do USS Enterprise (CVAN-65), em 1962.

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