Página 1 de 212

Durante a Operação “ASPIRANTEX”, na área marítima do litoral do Rio Grande do Sul, os Aspirantes da Escola Naval (EN), embarcados no Navio de Desembarque de Carros de Combate (NDCC) “Almirante Sabóia”, planejaram e conduziram o exercício de manobras táticas com os navios do Grupo-Tarefa (GT) comandado pelo Contra-Almirante Carlos Augusto de Moura Resende, Comandante da 1ª Divisão da Esquadra.

Os Aspirantes reuniram-se, sob a supervisão dos Oficiais instrutores da Escola Naval, do Estado-Maior do Comando-em-Chefe da Esquadra (ComemCh) e do NDCC “Almirante Sabóia”. Após isso, os alunos planejaram e executaram formaturas e manobras táticas com os navios do GT.

Participaram do exercício o Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Sabóia”, o Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta”, as Fragatas “Greenhalgh” e “Niterói”, a Corveta “Barroso”, e uma Aeronave UH-13 “Esquilo”, que realizou o evento FOTEX.

Durante a realização do evento, os Aspirantes assumiram o controle da manobra, as comunicações – através da linha Principal de Manobras Táticas e Alarmes (PMTA), por onde determina-se aos navios do GT o cumprimento das ordens de formatura – e tiveram a oportunidade de dar ordens de rumo e velocidade ao navio onde estavam. Além disso, viram e sentiram a reação dos navios executando todas as formaturas e dispositivos planejados com os subsídios e conhecimentos adquiridos nas salas de aula da Escola Naval. No Passadiço do navio, durante o evento, os Aspirantes contaram com a orientação dos Oficias Instrutores. Foi a primeira vez que esses Aspirantes tiveram a oportunidade de participar de um exercício como esse.

A Operação “ASPIRANTEX” termina dia 01 de fevereiro e os navios ainda passarão pelos portos de Montevidéu (Uruguai), Mar Del Plata (Argentina) e Itajaí, no Estado de Santa Catarina, fazendo parte do Estágio de Verão do Ciclo Escolar dos Aspirantes da Escola Naval, futuros Oficiais da Marinha do Brasil.

Fonte: MB

Tagged with:
 

Começa amanhã o XIV Simpósio de Pesquisa Operacional e Logística (SPOLM) que acontecerá na Escola de Guerra Naval, no Rio de Janeiro, nos dias 15 e 16 de setembro. O tema será “a Pesquisa Operacional na Amazônia Azul”.

O evento conta aproximadamente com mil inscritos e já está sendo considerado como um evento importante neste campo no Brasil, bem como na América Latina, segundo o site da DCNS GROUP.

Os participantes vão ter a oportunidade de compartilhar informações, identificar sinergias para a execução de projetos de desenvolvimento tecnológico, formar parcerias e captação de recursos humanos qualificados e contribuir para a divulgação do  estado-da-arte da ciência e da tecnologia.

No dia 15 de setembro, já estão confirmados na Sessão Plenária os palestrantes Contra-Almirante Marcos José de Carvalho Ferreira, Secretário da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar; o Contra-Almirante Jair Alberto Ribas Marques, Assessor do LEPLAC da Diretoria de Hidrografia e Navegação; José Luiz Marcusso, Gerente Geral da Unidade de Operações de Exploração e Produção da Bacia de Santos da PETROBRAS; e a Professora Doutora Ana Isabel Barros, Netherlands Defence Academy/Netherlands Organization for Applied Scientific Research (TNO).

Haverá minicursos sobre Modelagem e Simulação Computacional, com José Karam Filho, Doutor e Professor-pesquisador do Laboratório Nacional de Computação Científica; Problemas de Clusterização em Otimização Combinatória, com Luiz Satoru Ochi, Professor titular no Instituto de Computação da UFF (IC-UFF) e pesquisador do CNPq; e Análise Decisória Entrópica Multicriterial, com Nelson Hein, Professor do Departamento de Matemática da Universidade Regional de Blumenau (FURB).

O Workshop de Logística terá a presença da Profa. Dra. Branca Terra, Professora adjunta da UERJ e   líder do grupo de pesquisa Inovação e Sociedade; Prof. Dr. Eduardo Siqueira Brick, coordenador adjunto do Núcleo de Estudos Estratégicos (NEST) da UFF; Prof. Dr. Kleber Fossati Figueiredo, Diretor do COPPEAD e Coordenador do Centro de Estudos em Gestão de Serviços de Saúde; Engº Paulo Augusto Vivacqua, Presidente da Academia Nacional de Engenharia; Prof. Dr. Alexandre Medeiros Rodrigues, do COPPEAD/UFRJ; e Sr Ricardo Mota da Costa, analista sênior dos CORREIOS. Também serão realizadas a mesa redonda de aplicações militares e apresentação de artigos científicos selecionados.

Todas as informações e a programação completa do XIV SPOLM podem ser acessadas no site http://www.casnav.mar.mil.br/spolm/.

Outras informações e credenciamento da imprensa:

Assessoria de Comunicação Social do CASNAV

1T (RM2-T) Crislane Lima – Tel: (21) 2197-7479 – crislane@casnav.mar.mil.br

Compre o Complete Naval Combat Pack com 4 jogos: Dangerous Waters, 688(I) Hunter/Killer, Fleet Command e Sub Command por apenas US$ 10,49

Em ação no vídeo do simulador Dangerous Waters, dois equipamentos que o Brasil passará a operar nos próximos anos: o avião de patrulha marítima P-3 Orion e o helicóptero antissubmarino Sea Hawk.

No Dangerous Waters é possível controlar fragatas da classe FFG-7 “Oliver Hazard Perry”, submarinos da classe “Los Angeles”, “Sea Wolf”, “Kilo” e “Akula”, em missões com navios e aeronaves de várias Marinhas, inclusive a do Brasil.

O jogador pode operar consoles de radar, sonar, towed array, sonobóias, ESM (MAGE), lançar chaff/flare, MAD (Detector Magnético de Anomalias) etc.

No DW também pode-se realizar free plays online com outros jogadores (até 32 simultâneos), inclusive operando na mesma plataforma, por exemplo, vários jogadores controlando cada estação de uma mesma aeronave P-3, fragata ou submarino.

O DW custa apenas US$5,24 e pode ser baixado diretamente para o seu computador, através do link abaixo.

NOTA DO PODER AÉREO: queremos reunir e estimular uma comunidade para jogar Dangerous Waters no Brasil. Nossa ideia é marcar um encontro semanal aos sábados, nos ‘Xats’ do Poder Aéreo e Poder Naval, para trocar informações sobre o simulador e combinar free plays online.

SAIBA MAIS:

Tagged with:
 

Davi e Golias – 2

O Grupo de Batalha do USS Coral Sea, sob comando o contra-almirante Tom Brown, esteve envolvido em exercícios com a Royal Navy em 1981, no Mar Arábico, com uma Força-Tarefa comandada pelo contra-almirante Sandy Woodward – que operou com HMS Glamorgan (foto abaixo) como seu navio capitânia.

Durante o exercício, Woodward foi capaz de manobrar o HMS Glamorgan (foto abaixo) numa posição de onde ele poderia ter “afundado” do USS Coral Sea, com mísseis Exocet.

A Força-Tarefa britânica era composta do HMS Glamorgan, mais três fragatas e três navios de apoio da RFA. Woodward ordenou a separação dos navios enquanto se aproximava do navio-aeródromo USS Coral Sea, mas os aviões americanos conseguiram detectar e “afundar” todos os seus navios, menos o HMS Glamorgan.

Ao chegar o período noturno, Woodward usou uma tática que depois foi assimilada por outras Marinhas, inclusive a do Brasil: o HMS Glamorgan acendeu todas as luzes de bordo feito uma árvore de Natal, fazendo o navio parecer um navio mercante no meio da escuridão. Rapidamente um helicóptero de um destróier americano pediu a identificação do HMS Glamorgan por rádio. O operador britânico respondeu com sotaque indiano disfarçado que tratava-se de um navio mercante indiano chamado Rawalpindi, que tinha saído de Bombay com destino a Dubai.

O helicóptero americano deu-se por convencido e o HMS Glamorgan conseguiu seguir seu caminho rumo ao USS Coral Sea, monitorando todas as comunicações americanas por rádio.

Dentro de poucas horas o HMS Glamorgan conseguiu chegar a 11 milhas do USS Coral Sea e abrir fogo com uma salva de quatro mísseis antinavio Exocet MM38. Quando os britânicos avisaram aos americanos que estes tinha sido atingidos, dois destróieres americanos acabaram trocando “fogo amigo”, pensando que um e outro eram o HMS Glamorgan.

O resultado deste exercício desempenhou um papel fundamental na opinião do almirante Woodward, quando ele ordenou o afundamento do cruzador argentino ARA General Belgrano, por causa do temor de que uma situação similar pudesse ocorrer entre o cruzador argentino e os navios-aeródromo britânicos HMS Hermes e HMS Invincible, durante a Guerra das Malvinas.

Daí vem a importância do aprendizado obtido nos exercícios constantes realizados pelas forças navais.

FONTE: One Hundred Days, Adm. Sandy Woodward, Naval Institute Press

LEIA TAMBÉM:

BATE-PAPO ONLINE: Converse com os editores e outros leitores sobre este e outros temas, no ‘Xat’ do Poder Naval, clicando aqui.

Tagged with:
 

NAe ‘São Paulo’ no simulador Strike Fighters

NAe São Paulo e AF-1 Skyhawk do Marcfighters, artista digital que faz excelentes modelos para o simulador de voo Strike Fighters e que também trabalha no projeto do simulador Jet Thunder, da Guerra das Malvinas.

BATE-PAPO ONLINE: Converse com os editores e outros leitores sobre este e outros temas, no ‘Xat’ do Poder Naval, clicando aqui.

‘Dangerous Waters’, vídeo de abertura

Em ação no vídeo do Dangerous Waters, dois equipamentos que o Brasil passará a operar nos próximos anos: o avião de patrulha marítima P-3 Orion e o helicóptero antissubmarino Sea Hawk.

No DW é possível controlar fragatas da classe FFG-7 “Oliver Hazard Perry”, submarinos da classe “Los Angeles”, “Sea Wolf”, “Kilo” e “Akula”, em missões com navios e aeronaves de várias Marinhas, inclusive a do Brasil.

O jogador pode operar consoles de radar, sonar, towed array, sonobóias, ESM (MAGE), lançar chaff/flare, MAD (Detector Magnético de Anomalias) etc.

No DW também pode-se realizar free plays online com outros jogadores (até 32 simultâneos), inclusive operando na mesma plataforma, por exemplo, vários jogadores controlando cada estação de uma mesma aeronave P-3, fragata ou submarino.

O DW custa apenas US$14,99 e pode ser baixado diretamente para o seu computador, através do link abaixo.

NOTA DO PODER NAVAL: queremos reunir e estimular a comunidade que joga Dangerous Waters no Brasil.

Nossa ideia é marcar um encontro semanal aos sábados, no Xat do Poder Naval, às 20h, para trocar informações sobre o simulador e combinar free plays online.

SAIBA MAIS:

r-genova-frans-sanderse

Conforme sugerido pelo nosso amigo P 39. O ‘Frontier’, ex ‘Daewoo Frontier’, ‘Repubblica di Genova’ poderia se encaixar (ou não), por suas características, como um digno Aplog (Navio de Apoio Logístico), para planos futuros de projeção de poder ou mesmo de assistência ultramarina do Brasil, em casos de necessidades “around the world”.

Como exemplo desta classe, com dois navios no mercado (independentemente de existirem intenções de venda), qual a opinião do leitor, ou qual sua sugestão para a função ?

M/V Frontier, ex Daewoo Frontier, Repubblica di Genova

Shipbuilder Name

Built

Keel Laid

Launched

Alteration Date

Alterations

FINCANTIERI STABIA

1988-08

1987-05-11

1987-12-16

1990-12

Lengthened,

Newbuild Sections

Shipbuilder Name

Yard No

Type

Material

Launched

Completed

Commissioned

01

FINCANTIERI STABIA

5837

WHOLE SHIP

Steel (Unspecified)

0000-00-00

1988-08-26

0000-00

Deadweight

25,450

Gross

42,567

Net Registered

12,770

System

New System (International 1969)

Type

One tonnage, unspecified

Compensated Gross

0

Panama Canal Net

0

Suez Canal Net

0

Light Displacement

15,796

Dimensions

Draught

9.302

KTMH

0

Depth

19.500

Length Overall

216.060

Length (BP)

197.000

Breadth Extreme

30.430

Breadth Moulded

30.400

Specialist Details  (Dry Cargo, Liquid, Passenger, Ro-ro, Unitised Cargo, Other)

Dry Cargo [top]

Bale

0

Grain

0

Ore

Decks

1

Gear Summary

2xCRANE at 35.00t SWL

Passenger [top]

Berths

57

Cabins

0

Passengers

0

Ro-ro [top]

Lane Length

2,389

Clear Height Lanes

6.20

Number of Ramps

2

Railcars

Trailers

Cars

3666

Ramps

1 STARBOARD 35.00×8.00×150(LxWxSWL), 1 STARBOARD AFT 12.50×3.00×0(LxWxSWL)

Unitised Cargo [top]

Container Arrangement

TEU 1116 incl ref C.

TEU

1,116

TEU@14t

0

Reefer Points

0

Insulated

0

Engine Details

Summary

Propulsion

Screw

Service Speed

Consumption

OIL ENGINE(S), DIRECT DRIVE

SINGLE-SCREW

18.00

0

Builder

Type

Position

Make

Model

BHP

KW

RPM

Grandi Motori Trieste – Trieste

Oil Engine

CENTRE OR ONLY

Sulzer

8RTA58

17,281

12,710

127

Propellers

Position

Type

CENTRE OR ONLY

PROPELLER : CONTROLLABLE PITCH

Thrusters

Position

Type

FORWARD

Thwart. FP thruster

AFT

Thwart. FP thruster

FOTO: Drans Sanderse – Shipspotting

SBT1_l

Protótipo do Submarine Bridge Trainer (SBT) facilita o treinamento da fase mais crítica na operação de submarinos: saídas e entradas de porto

SBT2_lUsando uma série de projetores Barco SIM 5, a Marinha dos EUA desenvolveu o sistema “Submarine Bridge Trainer”, que provê aos alunos uma experiência imersiva de alta resolução que simula a vela de um submarino.

O sistema foi desenvolvido pelo Naval Undersea Warfare Center (NUWCDIVNPT) em Newport e permite que oito alunos e um instrutor conduzam treinamento de atração e desatracação, aumentando as habilidades da tripulação, a segurança e eficiência dessas operações.

Há anos somente os pilotos contavam com a facilidade dos simuladores de voo para ajudar no treinamento e nos procedimentos de emergência. Agora também, com o SBT, os marinheiros dispõem do mesmo nível de controle e realismo para o treinamento.

FONTE: Barco.com

SBT3_l

SBT4_l

Tagged with:
 

Fleet Command Malvinas-1

O simulador de Guerra Naval Jane’s Fleet Command traz uma missão chamada “Nuestras Malvinas”, cujo objetivo é romper um bloqueio naval argentino nas ilhas Falklands/Malvinas, para possibilitar a chegada de uma força anfíbia britânica.

Fleet Command Malvinas-4

O jogador luta do lado inglês (nas telas abaixo, com as forças azuis) e tem que enfrentar ondas de aeronaves de ataque argentinas (em vermelho) armadas com mísseis antinavio Exocet.

Um detalhe interessante da missão é que o Brasil fez uma aliança com a Argentina, como descreve a tela abaixo:

Fleet Command Malvinas-5

Num momento em que o Brasil dá apoio à Argentina na questão das Malvinas, o Fleet Command ajuda a pensar como seria uma nova Guerra pelas Malvinas, agora que a Royal Navy não possui mais o Sea Harrier para garantir a superioridade aérea sobre a Frota.

Fleet Command Malvinas-3

SAIBA MAIS:

Tagged with:
 
Página 1 de 212