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tridente-1

vinheta-clipping-navalO submarino ‘Tridente’, que está pronto no cais n.º 6 dos estaleiros da HDW, em Kiel, Alemanha, já tem data de entrega a Portugal. Segundo apurou o Correio da Manhã, o submarino será entregue no dia 17, quinta-feira.

Trata-se do primeiro dos dois submarinos encomendados por Portugal ao consórcio alemão GSC (German Submarine Consorcium).

A aquisição de novos submarinos arrasta-se quase há uma década e tem sido alvo de polémica. O concurso passou por vários governos do PS e do PSD/CDS-PP, estando sob investigação, há mais de um ano, o dossiê das contrapartidas e o contrato assinado entre os fornecedores alemães da Ferrostaal e membros do executivo Barroso/Portas.

Os dois submarinos custam cerca de mil milhões de euros e foram adquiridos através de “leasing”. O Executivo, se Bruxelas autorizar, quer inscrever as verbas para o pagamento no orçamento de Estado só em 2012.

A compra de armamento através de “leasing” foi introduzida na Lei de Programação Militar (LPM) no governo de António Guterres.

FONTE: Paula Serra/Correio da Manhã

 

Barroso-partida_ALIDE

No sábado (05.06) a corveta Barroso (V 34) zarpou do Rio de Janeiro com destino ao continente africano, para a sua primeira comissão ao exterior, e a ALIDE flagrou a sua saída pela Baía da Guanabara.

A matéria completa e outras fotos podem ser vistas clicando aqui.

FOTO: Felipe Salles/ALIDE

NOTA do EDITOR: agradecemos ao Felipe Salles (ALIDE) que gentilmente nos cedeu a foto.

HMS Dauntless ceremony at Portsmouth Naval Base

O segundo destróier Type 45, o HMS ‘Dauntless’, foi formalmente comissionado pela Royal Navy em 03.06.10, durante cerimônia na Portsmouth Naval Base.

Captain Richard Powell

O Captain Richard Powell, Comandante do HMS ‘Dauntless’, disse durante a cerimônia:

“Este é um grande dia para a Marinha Real e em especial para os  tripulantes que terão o privilégio em servir neste navio fantástico. Estar no comando do HMS Dauntless, será um dos maiores momentos da minha carreira e estou certo de que o navio vai orgulhar a Marinha Real Britânica durante toda a sua vida.

Os destróieres Type 45  formarão a espinha dorsal da Marinha Real do futuro. Os navios são extremamente versáteis e utilizam tecnologia de ponta para proporcionar uma capacidade de defesa aérea de primeira classe e irá garantir a proteção contra aeronaves e mísseis inimigos quando necessário. “

HMS Dauntless

NOTA do EDITOR: mantivemos o título original do site da Royal Navy, pois ele demonstra bem o que o navio representa em termos de tecnologia e poderio de combate para a Marinha Real.

VEJA TAMBÉM:

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celso-furtado-pad-20100528-02[

Seguem as “nossas” primeiras fotos do casco 199 – IMO 9489895, N/T Celso Furtado, em construção no estaleiro Promar/Mauá – Niterói, cuja quilha foi batida em 08.09.09, com ‘previsão’ de lançamento parra o final de junho e entrega em outubro de 2010.

Principais dados:

• Loa: 182,85 m

• Lbp: 174,00 m

• Boca: 32,20 m

• Calado: 12,80 m

• Pontal: 18,90 m

• Dwt: 48.300 t

Outras unidades da classe:

IMO

Hull

Built

Gross

DWT

Status

9489900

MAUA  200

2011

28,900

48,300

Keel Laid

9489912

MAUA 203

2011

28,900

48,300

On Order/Not Commenced

9489924

MAUA  204

2011

28,900

48,300

On Order/Not Commenced

celso-furtado-pad-20100528-01

Ver Também:

FOTO: L. Padilha – Niterói Shiplovers

 

joao-candido-lancamento-misael-berdeide-7

Às vezes pegamos no pé dos comentaristas sobre como postar termos navais e marítimos, tentando transmitir a maneira certa de como se referir a navios e equipamentos, tentando disseminar como compreender este mundo  e evitar desinformação ou confusão na interpretação de informações; evitando termos como navio “ancorado no porto”, “barco de guerra”, “transatlântico”, “a destroier”, ”A13 Nae São Benedito” (ao invés de Nae São Benedito – A 13) e afins, notar o que uma informação divulgada a olho, sem uma consulta específica pode gerar:

Copiamos artigo postado no blogmercante chamando atenção a fatos citados acima

http://www.blogmercante.com/2010/05/vinte-dias-depois-navio-batizado-por-lula-e-dilma-ainda-nao-foi-ao-mar/comment-page-1/#comment-7304

Vinte dias depois, navio batizado por Lula e Dilma ainda não foi ao mar

por Misael Berdeide

No dia 7 de maio deste ano, a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, e o presidente Luiz Inacio Lula da Silva participaram do primeiro evento juntos desde a saída de Dilma do governo.

Lula e Dilma “inauguraram” o petroleiro Suezmax, batizado de João Candido, com capacidade para transportar 1 milhão de litros de petróleo.

Os dois foram aplaudidos principalmente pelos funcionários do Estaleiro Atlântico Sul, que construiu a embarcação sob encomenda da Transpetro, subsidiária da Petrobras. O João Cândido foi comemorado como a retomada da indústria naval brasileira, já que é o primeiro navio do Promef (Programa de Modernização e Expansão da Frota) da Transpetro.

Desde então, o petroleiro continua “estacionado” no porto de Suape.

VEJA.com foi ao porto saber porque o navio ainda não navega. Segundo dois funcionários ouvidos no local, a embarcação ainda não está pronta. Faltam partes do motor e placas de revestimentos de aço. A assessoria de imprensa da Transpetro, indicada pelo estaleiro para se pronunciar sobre o assunto, informou que faltam apenas “acabamentos”.  E confirmou que o petroleiro lançado ao mar por Lula e Dilma só fará sua primeira viagem em setembro. Segundo a empresa, esse dado foi divulgado à época, e eventos de batismo e lançamento ao mar antes da entrada em operação são rotineiros “em qualquer lugar do mundo”.

A lei eleitoral não permite inaugurações por candidatos a partir de julho. Ou seja, Dilma não poderia participar da entrega da embarcação em setembro, quando ela estará apta a navegar.

O petroleiro já está na propaganda oficial do governo e na campanha de Dilma. Foram entrevistados trabalhadores que ajudaram na obra.

No evento do começo de maio, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Pernambuco, Alberto Alves dos Santos, encerrou sua fala com ” bom Dilma para todos”. Antes, havia dito, ao agradecer a Lula pela retomada da indústria nacional, que “se dependesse do povo trabalhador, o seu mandato seria igual ao de Fidel Castro”.

FONTE: Revista Veja / FOTO: 1ON Misael Berdeide http://www.blogmercante.com/

NOTA DO BLOG: A Veja nunca se informou que NÃO EXISTE navio que sai navegando imediatamente após seu lançamento, que entre lançamento e entrega “em qualquer lugar do mundo” existe o acabamento, provas de mar e aceitação do navio antes da entrega, e mesmo após ainda navega sob garantia do estaleiro ? E assim caminha a mentalidade e cultura naval/marítima no Brasil…

  Ao menos por boa parte de orgãos que teriam por definição informar corretamente…

 

Primeira chapa do Scorpène brasileiro

vinheta-destaqueA DCNS em Cherbourg iniciou hoje a produção industrial do programa brasileiro de submarinos. Este é o maior contrato internacional já assinado pelo grupo DCNS.

Abrange o design e implementação de transferência de tecnologia de quatro submarinos convencionais baseados na classe “Scorpène”, mas também a assistência para a concepção e implementação da parte não-nuclear do primeiro submarino nuclear brasileiro.

A construção de um estaleiro e uma base naval no Brasil, também fazem parte do contrato, estimado em mais de 7 bilhões de euros.

Esta manhã, a primeira chapa do primeiro submarino foi cortada. Cherbourg é responsável pela construção da proa do submarino, que deverá entrar em serviço em 2017.

FONTE: Ouest France.fr / COLABOROU: Francoorp

SAIBA MAIS:

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log-santos-220510

Será lançado amanhã, dia 27, o full container N/M ‘Log-in Jacarandá’, primeiro de uma série de 3 navios da mesma classe encomendados ao estaleiro Ilha – Eisa, localizado na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, o qual será operado nas linhas de cabotagem do armador Log-In Logística Intermodal S/A, Rio de Janeiro  na navegação de cabotagem.

No total, o plano de investimentos da empresa perfaz R$ 1 bilhão e contempla a encomenda de sete navios – 5 porta containers em duas classes distintas e dois graneleiros.

Classe Log-in Jacarandá:

Navio

IMO

Estaleiro

casco

Entrega Prevista

DWT

Log-in Jacarandá

9471886

Eisa-Ilha

504

2010

37,800

Log-in Jatobá

9471898

Eisa-Ilha

505

2011

37,800

Log-in Jequitibá

9471903

Eisa-Ilha

506

2012

37,800

Deadweight 32,467 Gross 28,355 Net Registered 13,982
System New System (International 1969) Type One tonnage, unspecified Compensated Gross 20,256
Draught 10.600 KTMH 0 Depth 16.700
Length Overall 218.450 Length (BP) 207.500    
Breadth Extreme 0 Breadth Moulded 29.800    

Propulsion

Screw

Service Speed

Consumption

OIL ENGINE(S), DIRECT DRIVE

SINGLE-SCREW

20.70

0

Builder

Type

Position

Make

Model

BHP

KW

RPM

Wartsila

Oil Engine

CENTRE

Wartsila

6RT-flex68

25,533

18,780

95

Propeller Position

Type

CENTRE

PROPELLER : FIXED PITCH

Container Arrangement TEU 2700
TEU 2,700 TEU@14t 0 Reefer Points 0 Insulated 0

 

FOTO: N/M Log-in Santos – 22.05.10 - Marcelo “Ostra” Lopes – Santos shiplovers

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Mais US$ 178 milhões para o CVN 78

DCS09-371-8 Northrop Grumman Shipbuilding Newport News file

Na quarta-feira, 12 de maio, a Northrop Grumman informou que recebeu um contrato “cost plus fixed fee” de 186 milhões de dólares (aproximadamente 330 milhões de reais) para prosseguir nos esforços de engenharia e projeto do mais novo navio aeródromo, de propulsão nuclear, da Marinha dos EUA (USN), o USS Gerald R. Ford (CVN 78). A planejada modificação do contrato provê fundos para projetos adicionais, atividades de planejamento e de integração de sistemas, além de análises para apoiar a construção do navio.

Segundo Mike Shawcross, vice-presidente do programa de construção de navios-aeródromo, “agora que o projeto está no modelo do produto em três dimensões, nossos esforços estão focados nas instruções de produção e na montagem do navio”.

O CVN 78 é o primeiro de uma nova classe, e teve sua quilha batida em 14 de novembro de 2009. Melhorias do projeto incluem mudanças no convoo, nos sistemas de manejo de armas, uma ilha reprojetada, os quais deverão resultar em uma taxa maior de surtidas de aeronaves. Também estão incluídas novas plantas de geração nuclear, maior capacidade de geração de eletricidade, capacidade para receber novas tecnologias, além de menor carga de trabalho para os marinheiros, resultando numa tripulação menor e redução de custos. Clique nos links abaixo para saber mais sobre o navio e outros assuntos relacionados.

DCS09-371-5 Northrop Grumman Shipbuilding Newport News file

FONTE / ILUSTRAÇÕES: Northrop Grumman

VEJA TAMBÉM:

Unidas as seções do casco de pressão do SSN 781

construção do California SSN 781 - foto Northrop Grumman

Marco na construção do California, da classe Virginia de submarinos nucleares de ataque, foi alcançado no dia 10 de maio

A Northrop Grumman inforou que foi atingido o marco de  “pressure hull complete” (casco de pressão completo) na construção do submarino nuclear de ataque California (SSN 781), da classe Virginia. Isso significa que todas as seções do casco de pressão do submarino foram unidas, cumprindo a última principal meta antes do batismo e lançamento do California, que deverá ocorrer ainda este ano.

O California, oitavo submarino da classe Virginia, teve sua quilha batida em maio de 2009, e sua entrega à USN (Marinha dos EUA) deverá ocorrer em 2011. Para a construção da classe, a Northrop Grumman, em sua unidade de Newport News, conta também com o trabalho da General Dynamics Electric Boat.

Estão em construção o Mississippi (SSN 782) e o Minnesota (SSN 783). Outros submarinos previstos para a classe são o North Dakota (SSN 784) e John Warner (SSN 785), sendo que, segundo a Northrop Grumman, este último deverá ser entregue como o primeiro navio do Block III, objeto de contrato recebido em 22 de dezembro de 2008.

A classe Virginia foi desenvolvida a partir de requerimentos da USN pós-guerra fria, com emprego de tecnologias avançadas para aprimorar o poder de fogo, a manobrabilidade e a furtividade. Os submarinos da classe têm 377 pés de comprimento (aproximadamente 115 metros) e são capazes de velocidades submersas superiores a 25 nós, podendo cumprir missões submersas de três meses de duração.

FONTE / FOTO: Northrop Grumman

VEJA TAMBÉM:

r-genova-frans-sanderse

Conforme sugerido pelo nosso amigo P 39. O ‘Frontier’, ex ‘Daewoo Frontier’, ‘Repubblica di Genova’ poderia se encaixar (ou não), por suas características, como um digno Aplog (Navio de Apoio Logístico), para planos futuros de projeção de poder ou mesmo de assistência ultramarina do Brasil, em casos de necessidades “around the world”.

Como exemplo desta classe, com dois navios no mercado (independentemente de existirem intenções de venda), qual a opinião do leitor, ou qual sua sugestão para a função ?

M/V Frontier, ex Daewoo Frontier, Repubblica di Genova

Shipbuilder Name

Built

Keel Laid

Launched

Alteration Date

Alterations

FINCANTIERI STABIA

1988-08

1987-05-11

1987-12-16

1990-12

Lengthened,

Newbuild Sections

Shipbuilder Name

Yard No

Type

Material

Launched

Completed

Commissioned

01

FINCANTIERI STABIA

5837

WHOLE SHIP

Steel (Unspecified)

0000-00-00

1988-08-26

0000-00

Deadweight

25,450

Gross

42,567

Net Registered

12,770

System

New System (International 1969)

Type

One tonnage, unspecified

Compensated Gross

0

Panama Canal Net

0

Suez Canal Net

0

Light Displacement

15,796

Dimensions

Draught

9.302

KTMH

0

Depth

19.500

Length Overall

216.060

Length (BP)

197.000

Breadth Extreme

30.430

Breadth Moulded

30.400

Specialist Details  (Dry Cargo, Liquid, Passenger, Ro-ro, Unitised Cargo, Other)

Dry Cargo [top]

Bale

0

Grain

0

Ore

Decks

1

Gear Summary

2xCRANE at 35.00t SWL

Passenger [top]

Berths

57

Cabins

0

Passengers

0

Ro-ro [top]

Lane Length

2,389

Clear Height Lanes

6.20

Number of Ramps

2

Railcars

Trailers

Cars

3666

Ramps

1 STARBOARD 35.00×8.00×150(LxWxSWL), 1 STARBOARD AFT 12.50×3.00×0(LxWxSWL)

Unitised Cargo [top]

Container Arrangement

TEU 1116 incl ref C.

TEU

1,116

TEU@14t

0

Reefer Points

0

Insulated

0

Engine Details

Summary

Propulsion

Screw

Service Speed

Consumption

OIL ENGINE(S), DIRECT DRIVE

SINGLE-SCREW

18.00

0

Builder

Type

Position

Make

Model

BHP

KW

RPM

Grandi Motori Trieste – Trieste

Oil Engine

CENTRE OR ONLY

Sulzer

8RTA58

17,281

12,710

127

Propellers

Position

Type

CENTRE OR ONLY

PROPELLER : CONTROLLABLE PITCH

Thrusters

Position

Type

FORWARD

Thwart. FP thruster

AFT

Thwart. FP thruster

FOTO: Drans Sanderse – Shipspotting

joao-candido-lancamento-globo

O Estaleiro Atlântico Sul S.A., (EAS), de Ipojuca/PE, lançou hoje, dia 7 de maio  no periodo matutino, o Suezmax N/T ‘João Cândido’, primeiro navio de uma série de 10 navios da mesma classe ,encomendados pelo armador Petrobras Transporte SA (TRANSPETRO) – Fronape, Rio de Janeiro, iniciando o processo de renovação da frota baseado no Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef).

O navio teve sua quilha batida em 11 de setembro de 2009 e é prevista sua entrega ao tráfego em agosto deste ano.

Em sua cerimônia de lançamento uma fato inusitado na construção naval no Brasil ocorreu, pois sua madrinha foi a Sra. Mônica Roberta de França, soldadora do EAS, uma justa homenagem a quem realmente tem comprometimento com o navio, ao contrário das tradicionais “celebridades e conjugês de políticos”, que geralmente  mal sabem da existência do navio até a a informação sobre o convite para cerimônia …

joao-candido-madrinha-monica-robrta-de-franca

Parte de sua Oficialidade de recebimento, atualmente participando do processo de construção será formada pelos seguintes Oficiais da Marinha Mercante Nacional:

  • CMT: CLC Carlos Augusto Müller (ex N/T ‘Brotas’)
  • IMT: CCB Fábio Guilherme Lima Torres (ex N/T-LPG/C ‘Gurupi’)
  • CFM: OSM Edson Luiz Magalhães Ribeiro (ex N/T ‘Itabuna’)

Seguem os dados no N/T João Candido:

Vessel Name

JOÃO CÂNDIDO

IMO 

9453315

Call Sign

 

Flag

Brazil

Port of Registry

Rio de Janeiro

Status

Launched

MMSI No

 

Shipmanager

TRANSPETRO

Location

Brazil

Shiptype

Crude Oil Tanker

Operator

TRANSPETRO

Location

Brazil

 

Scantling Details

Tonnages

Deadweight

157,700

Gross

81,324

Net Registered

46,633

System

New System (International 1969)

Type

One tonnage, unspecified

Compensated Gross

30,204

Panama Canal Net

0

Suez Canal Net

0

Light Displacement

0

 Hull  DH        
           

Dimensions

Draught

17.000

KTMH

0

Depth

23.200

Length Overall

274.200

Length (BP)

264.000

   

Breadth Extreme

0

Breadth Moulded

48.000

   

 

Engine Details

Summary

Propulsion

Screw

Service Speed

Consumption

OIL ENGINE(S), DIRECT DRIVE

SINGLE-SCREW

0

0

 

Builder

Type

Position

Make

Model

BHP

KW

RPM

Doosan Engine Co Ltd – Changwon

Oil Engine

CENTRE OR ONLY

MAN-B&W

6S70ME-C

25,370

18,660

91

 

Propellers

 

Position

Type

CENTRE OR ONLY

PROPELLER : FIXED PITCH

 

IMO

Vessel Name

Built

DWT

Operator

Status

9453810

ATLANTICO SUL EAS-C-002

2010

157,700

TRANSPETRO

Keel Laid

9453822

ATLANTICO SUL EAS-C-003

2011

157,700

TRANSPETRO

On Order/Not Commenced

9453834

ATLANTICO SUL EAS-C-004

2011

157,700

TRANSPETRO

On Order/Not Commenced

9453846

ATLANTICO SUL EAS-C-005

2011

157,700

TRANSPETRO

On Order/Not Commenced

9453858

ATLANTICO SUL EAS-C-006

2011

157,700

TRANSPETRO

On Order/Not Commenced

9453860

ATLANTICO SUL EAS-C-007

2011

157,700

TRANSPETRO

On Order/Not Commenced

9453872

ATLANTICO SUL EAS-C-008

2012

157,700

TRANSPETRO

On Order/Not Commenced

9453884

ATLANTICO SUL EAS-C-009

2012

157,700

TRANSPETRO

On Order/Not Commenced

9453896

ATLANTICO SUL EAS-C-010

2012

157,700

TRANSPETRO

On Order/Not Commenced

 Esperamos em breve conclusão da fase de construção para iniciar suas provas de mar e entrega ao tráfego.

 Fonte:  Arquivos do NMB – Navios Mercantes Brasileiros – www.naval.com.br/nmb  e Blogmercante – http://www.blogmercante.com/

 

ALIDE apurou durante o evento de apresentação da nova Fragata FREMM, em Lorient na França, nesta terça-feira precisamente o que será o modelo de submarino que a empresa francesa fabricará no Brasil nos próximos anos.

A despeito das graves desavenças públicas entre a DCNS e a Navantia espanhola, sua ex-sócia no programa Scorpène, o modelo de submarino oferecido para atender às necessidades declaradas do Brasil é realmente uma versão alongada e modernizada deste mesmo design.

Para aumentar o raio de alcance do novo modelo, o submarino passará a medir perto de 70 metros de comprimento, entre quatro a cinco metros, mais comprido do que o Scorpène padrão vendido para o Chile e para a Malásia. Essas seções adicionais do casco permitirão a expandir em 20 toneladas a capacidade de óleo diesel combustível transportado pelo Scorpène brasileiro. Para fazer a autonomia do modelo brasileiro alcançar os 60 dias desejados pela MB , no mesmo esforço, será aumentado a câmara frigorífica e o espaço de armazenamento de víveres secos. Outra modificação resultante será o aumento de 31 para um total de 35 camas nos camarotes, aumentando, assim, potencialmente, o tamanho da tripulação ou número de militares de forças especiais transportados no submarino.

O sistema de combate dos submarinos brasileiros, como os indianos, será bastante modernizado em relação àquele instalado nos Scorpènes chilenos e malásios. Na parte de motorização, haverá outra grande alteração: ao invés de usar apenas dois grandes motores diesel , como nos demais submarinos Scorpène, a MB solicitou à DCNS que se empregasse, alternativamente, no S-BR quatro motores de menor porte no seu lugar. Segundo a fonte, este requerimento seria fruto da experiência satisfatória brasileira com os U209 alemães, que usam quatro motores diesel.

O S-BR terá dois periscópios, sendo apenas um deles tradicional (ótico), do tipo penetrante no casco. O outro se compõe de um câmera de vídeo digital na ponta do mastro capaz de transmitir a imagem capturada para uma ou mais telas no interior do submarino, sem que, para isso, seja preciso abrir um outro orifício no casco de pressão. O S-BR terá seis consoles multi-função digitais que podem se substituir mutuamente, sem restrições, caso um deles apresente uma pane.

Toda a parte frontal do primeiro submarino S-BR, da proa até depois do compartimento de comando/combate, será construída na França, com a participação direta dos engenheiros civis e militares brasileiros alocados a este projeto. Daí em diante, 100% dos demais submarinos passará a ser construído no novo estaleiro de Sepetiba, no Brasil. Em alguns dias, chegarão a Cherbourg e a Lorient os primeiros brasileiros que trabalharão no processo de absorção da tecnologia transferida pelos franceses dentro deste programa . No final do mês de maio ocorrerá a cerimônia de início da construção do primeiro submarinho no estaleiro de Cherbourg.

FONTE: ALIDE

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yvan-barreto-e-l-200811

O AHTS Yvan Barretto, da classe UT 722,  pertecente à Delba Marítima Navegação SA, Rio de Janeiro,   www.delbamaritima.com.br , de projeto da Rolls Royce, está auxiliando na faina de desencalhe da F. Niterói, a ‘Pioneira’.

Estas embarcações é que deveriam ser nossos NPOc´s, na opinião deste editor.

Mais detalhes no Navios Mercantes Brasileiroshttp://www.naval.com.br/nmb/Y/yvan-barreto/yvan-barreto.html

ut-722-1

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SSK_Scorpene_OHiggins_Final_Construction

vinheta-clipping-navalO primeiro dos quatro submarinos Scorpéne, de tecnologia francesa, comprados em 2008 pelo Brasil, começa a ser construído no dia 27 de maio. A cerimônia de corte das chapas destinadas à proa será realizada às 10h, no estaleiro DCNS, em Cherbourg. O relógio digital que marca a contagem para a entrega do navio, no segundo semestre de 2016, será ativado na mesma ocasião.

Os outros três submarinos do tipo S-Br sairão, até 2021, do novo estaleiro que a Marinha está construindo em Itaguaí, no litoral sul do Rio.

O recebimento do modelo movido a energia nuclear, o SN-Br, está definido: será em janeiro de 2022, com chances de ser adiantado um pouco, para novembro de 2021.

Esse cronograma justo esteve sob sério risco de sofrer um atraso estimado em um ano, em decorrência da dificuldade do governo brasileiro em liberar cerca de R$ 100 milhões do downpayment, um adiantamento sobre o contrato de 6.790 bilhões, destinado ao início das operações.

Na França, reconhece um executivo da DCNS, o tamanho e o caráter do acordo – que prevê fornecimento amplo de tecnologia, incluindo o casco e sistemas não atômicos do navio de propulsão nuclear – são incomuns e implicam obstáculos inesperados.

O Comando da Marinha reduziu os danos antecipando recursos de seu próprio orçamento para a execução de trabalhos preliminares, como o Estudo de Impacto Ambiental e a produção de informações necessárias aos projetos dos novos estaleiro e base.

“Com isso, o retardamento ficou limitado a três meses, perfeitamente possíveis de serem compensados ao longo dos 144 meses, 12 anos, de duração do compromisso” explica o ministro da Defesa, Nelson Jobim.

O documento principal foi assinado em dezembro de 2008. A negociação dos contratos adicionais consumiu nove meses, saiu em setembro de 2009. Nos termos do tratado, o downpayment deveria ter início no dia 30 de outubro.

Começou em dezembro

Antes disso, em abril do ano passado, foi formalizado um Termo Aditivo, criado para reorganizar o calendário do programa e compensar a demora na liberação da verba. “Na medida em que os pagamentos foram integralizados, as ações foram sendo cumpridas”, explicou o almirante Júlio Moura Neto, comandante da Marinha.

Outros dois integrantes do almirantado alertam para a necessidade de uma ação mais dura e exigente no fluxo da transferência de tecnologia, cláusula fundamental do negócio. Os oficiais superiores argumentam que a indecisão havida em alguns momentos dessa fase preliminar não pode ocorrer mais adiante, quando a operação atingir os itens sensíveis do programa.

Estaleiro e Base

estaleiro_itaguai1O tempo do empreendimento é 2015 e no momento está limitado ao primeiro movimento de terras na Ilha da Madeira, em Itaguaí, baía de Sepetiba, no litoral fluminense. Ao lado das instalações da Nuclep, o braço industrial do complexo nuclear do Brasil, o grupo Odebrecht começa a obra da Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas, UFEM. Depois virão um avançado estaleiro e uma base de submarinos de alta sofisticação. O presidente Luis Inácio Lula da Silva vai visitar o local até o final de julho. Deveria ter feito isso no dia 6 de abril, mas a assessoria do Palácio do Planalto considerou que não havia muito para ser visto e decidiu por um adiamento – dificuldades de agenda, foi a justificativa formal.

O pacote completo da infraestrutura vale 1.868.200.00 para a Construtora Norberto Odebrecht, majoritária no CBS, Consórcio Baía de Sepetiba, formado pela DCNS da França e pela Marinha do Brasil, que detém a golden share, o direito de veto. As áreas envolvidas somam 980 mil metros quadrados, dos quais 750 mil m² na água. O acesso ao conjunto se dará por um túnel escavado em rocha de 850 metros de comprimento e uma estrada exclusiva de 1,5 quilômetro. Haverá 2 píeres de 150 metros cada um e 3 docas secas (duas cobertas) de 170 metros. No total, serão 27 edifícios. A dragagem passa de 6 milhões de metros cúbicos. O plano da obra prevê a geração de 700 empregos diretos. Pronta, a instalação poderá dar apoio técnico a uma frota de 10 submarinos, e terá capacidade para construir duas unidades novas simultaneamente.

Um dos prédios, destinado ao procedimento de troca do reator do navio nuclear ou do combustível, será alto, equivalente a 16 andares. Os submarinos vão circular, entrar e sair das instalações por meios próprios, movimentando-se por uma zona molhada com 340 mil m².

O Programa de Desenvolvimento de Submarinos (ProSub) implica a integração de diversos cronogramas. Um deles, o do domínio completo do ciclo de enriquecimento do urânio usado no reator dos modelos nucleares, está virtualmente concluído. A última etapa, a fábrica de gás de urânio, está pronta em Iperó, a 130 km de São Paulo, no Centro Aramar, da Marinha. Os testes serão iniciados agora. A produção, 40 toneladas por ano, em dezembro. No mesmo local o pavilhão do LabGene, para abrigar o reator do SN-Br, segue em ritmo acelerado – será ocupado daqui a dois anos. Em agosto seguem para Lorient, na França, os 27 engenheiros brasileiros aos quais caberá o trabalho de absorver o conhecimento necessário à construção, em Itaguaí, dos dois tipos de submarinos. Terão companhia: parte da primeira tripulação do navio atômico, 60 militares-instrutores, começa a ser qualificada ainda esse ano.

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FONTE: O Estado de São Paulo

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Sem conseguir convencer o Ministério do Planejamento a descontingenciar R$3,1 bilhões do seu orçamento, a Marinha enviou ontem ao Congresso uma força-tarefa a fim de obter a liberação de R$1,5 bilhão para a compra do submarino nuclear (sic) francês Scorpene. Para evitar o calote, o Comando remanejou de outras áreas R$1 bilhão e, em maio, terá de desembolsar mais R$500 milhões. Se não pagar, a multa é de R$160 milhões.

FONTE: Coluna Panorama Político, O Globo

 

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O site Alide entrevistou o Sr. Rainer Filpe, responsável pelo escritório da ThyssenKrupp Marine Systems no Brasil, que compete com seu Navio Patrulha Oceânico em processo de compra para a Marinha do Brasil. Para ler a entrevista, clique aqui.

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SSK_Scorpene_OHiggins_Final_Construction

O parlamento da Índia foi informado nesta segunda-feira que a entrega dos submarinos da classe “Scorpène” para a Índia vai atrasar 3 anos e isto vai impactar os níveis de operacionalidade da Força, mas medidas corretivas foram tomadas.

O programa de construção de seis “Scorpène” está atualmente em andamento no Mazagon Docks Limited (MDL) sob transferência de tecnologia da compania francesa DCNS.

“Pelo contrato, o primeiro submarino deveria ser entregue em 2012 e depois um submarino por ano até dezembro de 2017″, disse o Ministro da Defesa A.K. Antony, em entrevista em Lok Sabha.

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